[1]Seg, 01/12/2025 - 07:41
Ano Pastoral 2025/2026
Orientações para os Fiéis
Quanto possível, o tempo de adoração Eucarística em cada Paróquia seja precedida de celebração Eucarística, que reúna os fiéis das várias comunidades da Paróquia.
Fica ao critério do Pároco, que a adoração eucarística se desenrole numa mesma igreja, ou que se prolongue nas diferentes igrejas da Paróquia.
Para zeladores das igrejas:
De preferência ter um ostensório, também denominado custódia, para colocar Nosso Senhor na hóstia consagrada. Se a paróquia ou localidade não tiverem esta alfaia litúrgica, pode colocar-se a píxide em cima do altar, ou apenas abrir a porta do sacrário.
Para honrar o Rei divino, a Igreja terá os adornos próprios do tempo litúrgico, mas coloquem-se flores (mesmo na quaresma com moderação) junto à exposição do Senhor, juntamente com os candelabros ou velas julgados oportunos.
A píxide ou o ostensório devem estar assentes num corporal (pano de linho de maiores dimensões dos que servem ao altar).
Enquanto Nosso Senhor estiver exposto deve ter alguma pessoa por companhia.
Os fiéis que desejarem participar na adoração devem inscrever-se previamente, colocando a hora e o tempo em que terão disponibilidade para "estar com Jesus", de modo a fazer uma escala ininterrupta, durante o tempo que for possível.
Durante a exposição deve evitar-se de todo conversas ou ruídos que perturbem o recolhimento e a oração, o diálogo pessoal com Jesus. As pessoas perguntam; "Como devemos estar?" Ou: "O que devemos rezar?" Pense-se: qual a atitude quando se está com um amigo, com uma pessoa que sabemos que nos ama? Conversamos, desabafamos, pedimos perdão e louvamos. Jesus é o melhor Amigo.
Seria desejável, quanto possível, fazer-se uma adoração comunitária ou no início ou no final do tempo em que o Senhor estiver exposto.
Durante a adoração comunitária e pessoal podem entoar-se cânticos e leituras próprias, mas recomenda-se o silêncio como forma de contemplação e oração do coração.
Será conveniente que a reposição do Senhor seja feita pelo Presbítero, terminando com a bênção própria, ou por um Diácono. Não sendo possível pode ser feita por um Ministro Extraordinário da Comunhão, com a máxima solenidade, mas sem bênção.
Ficheiros:
| Anexo | Tamanho |
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