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Bragança-Miranda: D. José Cordeiro indicou São José como referência sacerdotal de «amor gratuito» [1]Qui, 01/04/2021 - 20:36

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Bispo convidou padres a imitar o pai de Jesus no silêncio e na ação   Bragança, 01 abr 2021 (Ecclesia) – O bispo de Bragança-Miranda convidou hoje os padres da diocese a procurarem no exemplo de São José, “homem praticante”, as atitudes para a missão de sacerdote. D. José Cordeiro recordou os sete traços acerca da paternidade apresentados pelo Papa Francisco na carta apostólica «Patris Corde»: “Pai amado; Pai de ternura; Pai na obediência; Pai no acolhimento; Pai com coragem criativa; Pai trabalhador e Pai na sombra”. “Que ele (São José) nos ensine a partilhar o pão, a água, o vinho, como sinais da simplicidade, da generosidade e beleza da festa da fraternidade e da amizade. José de Nazaré é o «servo fiel, humilde e silencioso», homem justo, paciente e prudente, «patriarca do silêncio e do trabalho»”, afirmou D. José Cordeiro na homilia da Missa Crismal, que esta manhã celebrou na Sé de Bragança. O responsável lembrou a figura de São José como o “silencioso peregrino da fé”. “Não tenhamos medo de ir a São José e ser como ele, recebendo Deus no coração e na inteligência e de O comunicar na alegria da fé, da esperança e da caridade”, convidou. À semelhança de São José, o bispo de Bragança-Miranda, desafiou os padres a ser “artesãos da esperança”, e recordou-o, na tradição da Igreja, aludindo à sua “fé, a obediência dedicada e silenciosa às manifestações da vontade de Deus, à piedade sincera, à fortaleza nas provações, ao amor a Maria, à paternidade de Jesus, ao trabalho escondido e à simplicidade de vida autêntica”. D. José Cordeiro sublinhou o “amor gratuito” de São José e identificou-o como referência do “amor e a amizade autênticos” que não se cobram ou negoceiam. “Tenhamos, pois, cautela para não cultivar a amargura do coração, porque um coração amargo cai quase sempre na inveja e no prejuízo crítico sobre o próximo. A amargura não nos transforma em filhos e amigos de Deus em Jesus Cristo, mas só em submissos ou profissionais do sagrado na lógica do mérito sem acolher o Dom da Graça”, preveniu. Lígia Silveira/Agência Ecclesia

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