[1]Dom, 16/11/2025 - 15:20
O bispo de Bragança-Miranda, na homilia que presidiu na manhã deste domingo, disse aos equipistas, a partir da liturgia e citando um refrão de São João da Cruz, que “só permanece o bem” que fizerem com os bens, os materiais que todos precisam “para ter uma vida digna, para a família, para a sociedade, com os bens espirituais, os talentos, porventura um curso, e, sobretudo, os bens relacionais”.
Na homilia enviada à Agência ECCLESIA, pelas Equipas de Nossa Senhora, o bispo da diocese do nordeste de Portugal recordou que a Igreja Católica celebra este domingo é o Dia dos Pobres 2025, e alertou que “as pobrezas atuais são ainda mais complicadas”, lamentando que há quem diga que “já não há pobres, simplesmente para tranquilizar a consciência, para continuar enroscado em si próprio, no seu condomínio fechado”.
“Quem diz isto, significa que está em circuito fechado, não abre os olhos e a coração aos irmãos, e não percebe que hoje as pobrezas são mais complicadas, sobretudo a pobreza espiritual de quem não tem projeto nenhum para a sua vida, quem já não tem nenhum propósito para se levantar de manhã e para lutar, sofrer também, às vezes.”
D. Nuno Almeida realçou que as pobrezas são hoje “também as dependências de tantas situações”, e terminou “manifestando grande, grande apreço, a todas as pessoas que voluntariamente se empenham pessoalmente, como família, nas instituições: Um grande apreço pela Cáritas Nacional, pela Cáritas diocesanas, envolve tantos voluntários, um grande apreço e gratidão pelas nossas IPSS”.
Texto: Agência Ecclesia
Fotografia: Ricardo Perna

